Transplante Osseo na Real

Um diario sobre o tema

Agosto tem debate sobre transplante ósseo e música em Natal (RN) e Brasília (DF)

Passar por um transplante é tarefa para leão, ainda mais num País onde a fila não anda….

Imagine se submeter a dois transplantes…

Esta é a minha história, contada na autobiografia “Diário de um transplante ósseo – na real, dois”, a venda por meio do site http://www.livrariacultura.com.br.

No mês de agosto, eu e o reumatologista Sérgio Kowalski, que também é clarinetista, estaremos em BRASÍLIA – dia 14/08, a partir das 16h, no Sebinho da 406 Norte (http://blogdosebinho.wordpress.com/2010/07/24/tarde-de-saude-e-musica-no-sebinho-no-dia-14-de-agosto/); e dias 26 e 27/08, na livraria Siciliano de Natal, em horário a confirmar.

Apareça! Te vejo por lá! Divulgue!

Hoje, de duas passamos a 15 doações/ano pelo Sistema Único de Sáude/Banco de Ossos do Rio de Janeiro. Vamos firmes zerar esta fila!

Informações: lalajansen@yahoo.com.br

Até lá!

COMO DOAR?

O Brasil conta com seis bancos de ossos, que têm capacidade de abastecer a demanda do País. Todavia, o único que não cobra qualquer taxa é referência do Ministério da Saúde, localizado no Rio de Janeiro, e denominado Banco de Ossos e Tecidos do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.

Para doar os ossos, em caso de morte de um parente, informe a Central de Transplantes de seu Estado. Caso more no interior, e não na Capital, informe a Secretaria de Saúde do Município para que contatem o hospital capacitado para a retirada dos ossos.

Haverá uma pesquisa sobre a vida do doador, por meio dos familiares. A autorização PRECISA SER DADA PELA FAMÍLIA, não basta documento atestando, em vida, o desejo de doar órgãos e tecidos.

Retirados os ossos, serão “quarentenados” em refrigeradores de alta potência, sob responsabilidade dos bancos de ossos, e o material passará por exames de cultura, entre outros, a fim de reduzir ao máximo a contaminação para o paciente a ser transplantado.

QUEM RECEBE

Não é preciso compatibilidade para esse tipo de transplante, uma vez que os tecidos têm praticamente a mesma formação em qualquer humano.

O paciente transplantado também não precisa tomar imunossupressores, mas passa por exames de cultura de bactérias a fim de tratar possíveis infecções que venham a ocorrer.

Durante ao menos três meses, o transplantado NÃO PODE por carga no membro transplantado.

Mais informações em http://www.into.saude.gov.br

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