Transplante Osseo na Real

Um diario sobre o tema

31,3% da população tinham pelo menos uma doença crônica e 5,9% tinham três ou mais, diz IBGE

Fonte: IBGE

Edição: LARISSA JANSEN – AUTORA DO BLOG E JORNALISTA

Restrições à mobilidade física da população  foram focadas pela PNAD Saúde 2008

A PNAD 2008 investigou sete grupos de atividades, entre as pessoas com 14 anos ou mais de idade, para identificar as dificuldades encontradas diante de determinadas tarefas ou movimentos5 e, assim, mensurar suas limitações físicas.

Cerca de 6,7 milhões de pessoas com 14 anos ou mais de idade, ou 4,5% dessa população, tinham ao menos pequena dificuldade em alimentar-se ou tomar banho ou ir ao banheiro sem ajuda. Na série harmonizada, os percentuais cresceram de 3,4% em 2003 para 4,6% em 2008. Entre as mulheres, esse contingente representava 5,2%, contra 6,8% dos homens. Cerca de 15,2% das pessoas com 60 anos ou mais de idade tinham a dificuldade assinalada.

No mesmo grupo etário, cerca de 21,8 milhões de pessoas (ou 14,9%) tinham ao menos pequena dificuldade em empurrar mesa ou em realizar consertos domésticos. Na série harmonizada, as taxas foram de 9,9% em 2003 para 13,2% em 2008. Essa dificuldade ocorria em 18,5% das mulheres, em 10,9% dos homens e em 46,9% da população com 60 anos ou mais de idade.

Cerca de 27,0 milhões de pessoas com 14 anos ou mais de idade (18,4%) tinham ao menos pequena dificuldade em abaixar-se, ajoelhar-se ou curvar-se. Na série harmonizada, as taxas foram de 13,7% em 2003 para 16,8% em 2008. A restrição ocorria em 22,1% das mulheres, 14,5% dos homens e 53,9% da população idosa.

Finalmente, cerca de 11,2 milhões de pessoas com 14 anos ou mais de idade (7,6%) tinham ao menos pequena dificuldade em andar 100 metros. Na série harmonizada, as taxas foram de 3,9% em 2003 para 5,8% em 2008. A restrição ocorria em 9,4% das mulheres, em 5,8% dos homens e em 27,0% da população idosa.

As informações captadas pelo suplemento de Saúde da PNAD 2008, realizado pelo IBGE em convênio com o Ministério da Saúde, mostram que 77,3% da população avaliaram a própria saúde como “muito boa ou boa”, e que os postos de saúde continuam sendo os locais mais procurados para atendimento. Mais de 95% das pessoas que procuraram os serviços de saúde (público ou privado) foram atendidos na primeira tentativa, e mais de 85% dos atendidos consideraram o atendimento “muito bom ou bom”. A pesquisa também constatou que, em 2008, 27,5 milhões de domicílios brasileiros estavam cadastrados no Programa Saúde da Família.

 Entre 1998, quando foi a campo a primeira edição do suplemento de saúde da PNAD, e 2008, a parcela da população com plano de saúde passou de 24,5% para 26,3%. No mesmo período, foi de 81,2% para 88,5% a parcela de pessoas que já haviam se consultado pelo menos uma vez com o dentista. Na parte sobre tabagismo, tema investigado pela primeira vez, a pesquisa constatou que em 2008, o Brasil tinha 19,0 milhões de ex-fumantes diários. 

 Em relação a 2003, cresceu 28,5% o número de mulheres que já haviam se submetido a exame clínico das mamas, e em 48,8% o contingente de mulheres que já haviam feito mamografia. No mesmo período, aumentou em 25% o total de mulheres que já haviam feito preventivo para câncer no colo do útero. 

 Foi investigada, ainda, a incidência das restrições para realização de algumas atividades do cotidiano, como ir ao banheiro sem ajuda, realizar pequenos consertos domésticos ou caminhar por um percurso de cem metros. Esta última restrição foi assinalada por cerca de 11,2 milhões de pessoas com 14 anos ou mais de idade, e por 27,0% da população idosa. 

 Em 2008, cerca de 75,2 milhões de pessoas assistiam TV por mais de três horas diárias, e mais de 16,2 milhões usaram um computador ou um videogame por mais de três horas diárias. 

 Em 2008, cerca de 3,7 milhões de pessoas informaram ter sofrido alguma violência, e 660 mil procuraram um serviço de saúde por essa causa. Segundo o suplemento de saúde da PNAD, 73,2% dos que dirigem ou trafegam no banco da frente dos automóveis usavam cinto de segurança, e 4,8 milhões de pessoas estiveram envolvidas em acidentes de trânsito em 2008. A seguir, as principais informações da pesquisa: 

Em 2008, 27,5 milhões de domicílios brasileiros estavam cadastrados no Programa Saúde da Família;

De 2003 a 2008, foi de 42,5% para 54,8% o percentual de mulheres que já haviam feito mamografia

 De 2003 a 2008, foi de 42,5% para 54,8% o percentual de mulheres que já haviam feito mamografia 

As informações captadas pelo suplemento de Saúde da PNAD 2008, realizado pelo IBGE em convênio com o Ministério da Saúde, mostram que 77,3% da população avaliaram a própria saúde como “muito boa ou boa”, e que os postos de saúde continuam sendo os locais mais procurados para atendimento. Mais de 95% das pessoas que procuraram os serviços de saúde (público ou privado) foram atendidos na primeira tentativa, e mais de 85% dos atendidos consideraram o atendimento “muito bom ou bom”. A pesquisa também constatou que, em 2008, 27,5 milhões de domicílios brasileiros estavam cadastrados no Programa Saúde da Família.  

Entre 1998, quando foi a campo a primeira edição do suplemento de saúde da PNAD, e 2008, a parcela da população com plano de saúde passou de 24,5% para 26,3%. No mesmo período, foi de 81,2% para 88,5% a parcela de pessoas que já haviam se consultado pelo menos uma vez com o dentista. Na parte sobre tabagismo, tema investigado pela primeira vez, a pesquisa constatou que em 2008, o Brasil tinha 19,0 milhões de ex-fumantes diários.  

Em relação a 2003, cresceu 28,5% o número de mulheres que já haviam se submetido a exame clínico das mamas, e em 48,8% o contingente de mulheres que já haviam feito mamografia. No mesmo período, aumentou em 25% o total de mulheres que já haviam feito preventivo para câncer no colo do útero.  

Foi investigada, ainda, a incidência das restrições para realização de algumas atividades do cotidiano, como ir ao banheiro sem ajuda, realizar pequenos consertos domésticos ou caminhar por um percurso de cem metros. Esta última restrição foi assinalada por cerca de 11,2 milhões de pessoas com 14 anos ou mais de idade, e por 27,0% da população idosa.  

Em 2008, cerca de 75,2 milhões de pessoas assistiam TV por mais de três horas diárias, e mais de 16,2 milhões usaram um computador ou um videogame por mais de três horas diárias.  

Em 2008, cerca de 3,7 milhões de pessoas informaram ter sofrido alguma violência, e 660 mil procuraram um serviço de saúde por essa causa. Segundo o suplemento de saúde da PNAD, 73,2% dos que dirigem ou trafegam no banco da frente dos automóveis usavam cinto de segurança, e 4,8 milhões de pessoas estiveram envolvidas em acidentes de trânsito em 2008. A seguir, as principais informações da pesquisa:  

Em 2008, 27,5 milhões de domicílios brasileiros estavam cadastrados no Programa Saúde da Família;  

Em 2008, 3,8% da população avaliaram a própria saúde como “ruim ou muito ruim” ; 

31,3% da população tinham pelo menos uma doença crônica e 5,9% tinham três ou mais;  

De 1998 a 2008, a parcela da população com plano de saúde passou de 24,5% para 26,3%; 

Postos de Saúde continuam sendo os locais mais procurados para atendimento;  

De 1998 para 2008, foi de 81,2% para 88,5% a parcela de pessoas que já haviam procurado o dentista; 

Mais de 95% dos que procuraram os serviços de saúde foram atendidos na primeira tentativa; 

Mais de 85% dos atendidos consideraram o atendimento “muito bom ou bom”; 

Em 2008, 93,5% das mulheres histerectomizadas tinham 40 anos ou mais de idade; 

De 2003 a 2008, cresceu 28,5% o número de mulheres que já haviam se submetido a exame clínico das mamas; 

Cresceu 48,8% o contingente de mulheres que já haviam feito mamografia; 

De 2003 a 2008, cresceu 25% o total de mulheres que já haviam feito preventivo para câncer no colo do útero; 

PNAD 2008 investigou, pela primeira vez, pessoas que são ativas no lazer; 

Em 2008, cerca de 75,1 milhões de pessoas assistiam TV por mais de três horas diárias; 

Em 2008, cerca de 3,7 milhões de pessoas informaram ter sofrido alguma violência; 

Em 2008, Brasil tinha 19,0 milhões de ex-fumantes diários

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