Transplante Osseo na Real

Um diario sobre o tema

Confira bate-papo sobre transplante de osso (DF)

Foto: Fernando Cotta/Corde-DF

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Foto: Fernando Cotta/Corde-DF

 

Nesta semana (25/03), Brasília foi palco de um bate-papo entre a jornalista Larissa Jansen, autora do livro “Diário de um transplante ósseo – na real, dois”, e representante do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), a assistente social Rosa Lúcia Freitas. Rosa Lúcia trabalha na abordagem familiar de possíveis doadores e tirou dúvidas sobre o Banco de Tecidos (ossos) do Into/Ministério da Saúde.

 

Para que haja a doação, a Lei determina que a autorização seja dada por um familiar. No caso positivo, o osso é retirado, passa por exames a fim de detectar possíveis doenças que impossibilitem o transplante e, então, passa por uma “quarentena”.

 

Durante cerca de 20 minutos Larissa, que é jornalista, entrevistou Rosa Lúcia. Quais os ossos que são retirados do cadáver? O corpo é reconstituído? Como é a abordagem familiar para a possível doação? Essas foram algumas perguntas respondidas. Os ossos retirados são os ossos grandes, em especial fêmur. O corpo é reconstituído para ser entregue à família para sepultamento e a família é informada sobre o trabalho do banco de ossos e da necessidade dessa doação para que mais pessoas possam voltar a andar – seja por tumoração, seja por doenças degenerativas, seja por próteses a serem substituídas.

 

Cerca de 150 pessoas transitaram pelo fórum de debates, montado na livraria Fnac-Brasília. Entre os presentes estavam Fernando Cotta, da Coordenadoria da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal, Ivo Jose da Silva (ex-deputado federal), representante da Associação Brasiliense de Pacientes com Artrite (Abrapar) e da Associação Nacional de Pacientes com Artrite (Anapar), jornalistas, convidados, além de pessoas que freqüentam a livraria e público interessado em saúde pública. O evento começou às 18h30 e prosseguiu até às 22h.

 

Cerca de 150 livros foram distribuídos e autografados pela autora que, ao final do evento, respondeu, junto a representante do Into Rosa Lúcia, as dúvidas dos presentes. Entre as perguntas mais freqüentes, se Brasília possui um banco de ossos (não possui) e como auxiliar o banco de ossos do Into, o único do Brasil 100% gratuito – os outros cinco existentes cobram pela armazenagem.

 

Para solicitar o livro, GRATUITO, envie e-mail para lalajansen@yahoo.com.br.

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